8.30.2006

Cantarolando...........

Olha só o que eu ouvi na hor do almoço, diretamente de um camelô....... hahaha!!! Um dos primeiros hits da Christina Aguilera, da época do jazz anterior! E que fique bem CLARO que é um hit de 2.000, quando a cantora ainda não tinha tendências mais pervertidas. hehe.
E o clipe é amazing... !


Um pedacinho:

For a shield from the storm;
For a friend; for a love
To keep me safe and warm,
I turn to you.
For the strength to be strong;
For the will to carry on;
For everything you do;
For everything that's true,
I turn to you.

For the arms to be my shelter through all the rain;
For truth that will never change;
For someone to lean on;
for a heart I can rely on through anything;
For that one who I can run to....
I turn to you.




8.16.2006

Ela só quer dançar, dançar (parte II)

Eu amo dançar!!! Eu amo dançar!!! Eu amo dançar!!! Eu amo dançar!!! Eu amo dançar!!! Eu amo dançar!!! Eu amo dançar!!! Eu amo dançar!!! Eu amo dançar!!! Eu amo dançar!!! Eu amo dançar!!! Eu amo dançar!!! Eu amo dançar!!! Eu amo dançar!!! Eu amo dançar!!! Eu amo dançar!!! Eu amo dançar!!! Eu amo dançar!!! Eu amo dançar!!! Eu amo dançar!!! Eu amo dançar!!! Eu amo dançar!!! Eu amo dançar!!! Eu amo dançar!!! Eu amo dançar!!! Eu amo dançar!!! Eu amo dançar!!! Eu amo dançar!!!


Dá pra ver que a aula foi boa ontem, né? ;)

8.13.2006

Listen to me now


O lugar é realemnte lindo; belo, silencioso, calmo e pacificador. Um tanto irônico para um cemitério. O som dos passarinhos, o sol btendo reluzente na grama verdinha e apenas o céu azul delimitando as fronteiras do lugar, ao contrário dos tristes muros que cercam os cemitérios mais "urbanos".
Apesar da paz e da beleza do lugar, um sentimento traiçoeira me pegou de surpresa quando chegamos perto do jaziguo e vi o nome da minha família. Durante este período de pouco mais de um ano que freqüento o local, nunca o sentimento me pegara assim; hoje senti uma tristeza muda quando vi o nome da família na pedra de granito preto.
Não sei se era por conta da data, se era minha TPM. Mas aquilo me chocou; agora já haviam dois nomes ali, as coisas haviam acontecido e mudado muito depressa. Num túmulo próximo, em margaridas brancas, estav escrito: "Pai, nós te amamos". Em outro, fitas azuis com os dizeres: "Obrigado Pai. Saudades".
Tudo o que eu queria naquela hora era abraçar meu pai, dizer que eu o amo e ser pra sempre filha. Eu sei que os últimos tempos não têm sido fáceis e eu queria poder preencher, de alguma maneira, as lacunas que lhe murchavam a alma naquele instante. Como era de se esperar, não fiz isso. Mas estive ali, ao seu lado, passo a passo. De alguma forma, ele sentiria meu abraço. Foram duas grandes perdas num intervalo de onze meses e mais duas que vieram frisar ainda mais o momento.
De qualquer forma, o tempo é de renovação e espero que meu pai compreenda o quão importante ele é pra mim e para nós. Não há palavras; por tudo o que sou, fui e serei; devo tudo a ele e a minha mamis. Pai, eu te amo. Eu estarei aqui por você, sempre. Me orgulho de ser filha de peixe, ou melhor, de porco (no bom sentido): tão palmeirense quanto...

"And it’s you when I look in the mirror
And it’s you when I don’t pick up the phone
Sometimes you can’t make it on your own"

8.07.2006

On monday morning...

Essa manhã acordei com a cabeça a milhão; agitada, revirada, inquieta. Ontem à noite, não conseguia pegar no sono. Algo não parecia bem, não me deixava dormir. E não era por conta da pequena discussão que acontecera na noite de ontem; ao contrário. Porque pra mim, ela foi "pequena" mesmo e achei até que fora algo saudável. Mas eu não conseguia dormir. Algo não me bastava; eu não me bastava. Pouco havia saído como o planejado; inquietude.

Deve haver em mim alguma emoção que basta.

Me sentia insegura, desprotegida. Buscava há algum tempo algo que me fizesse sentir protegida, confortável, aconchegada. E na noite de ontem, no travesseiro, sentia-me estranha; ao relento, tentando me proteger com o cobertor. Não sabia qual ameaça me faria sentir desta maneira.

Pensei em muitas das pessoas que faziam sentir seguras e familiarizada, mas com as quais não conseguia manter a proximidade de outrora. Pensei em outras, próximas, mas distantes. Pensei no que poderia ter sido, no que poderia ser. Embaralhava-me com meus pensamentos, que confundiam o que eu queria, o que eu quisera, o que eu poderia ou não poderia querer; o que era viável, o que era absoluto. O que me faria sentir mais segura naquele momento.
Por instantes, pareceu aterrador. Queria falar com alguém, queria mandar embora a falta de tudo. Cogitei a possibilidade de chamar minha mãe. Ela sempre entendera quando eu tinha pesadelos de madrugada. Mas ela merecia dormir ao invés de ficar acordada com uma marmanja de 23 anos.

Queria almoçar com o Thi (com H, rs) e perder a primeira aula. Queria papear com minhas hermanitas e ir embora só ao anoitecer. Quero ficar horas no telefone com o Caio. Queria a promixidade e a familiaridade da máfia da escola; enfim, queria perto de mim algo que me fizesse sentir tranqüila. A gente cresce e aprende a aceitar as distâncias e a lidar sozinha com as coisas em prol da maturidade, mas se esquece de cuidar para não se perder em si mesma...

8.02.2006

Hahaha... acho que eu tenho cara de trouxa, mesmo....!

8.01.2006

Como é que um dia nublado pode causar tanto estrago ao meu humor? Cama, chocolate, cama.