.Foi realmente emocionante ver a vitória de Felipe Massa no autódromo de Interlagos no início da tarde de hoje. Cheguei bem a tempo de ver a bandeirada da vitória. De repente, tudo parecia possível de novo.
Me lembro, de quando era pequena, acordava aos domingos e perguntava: "Pai, o Senna tá ganhando?" E gostava de vê-lo no pódio. Doze anos se passaram desde sua morte e uma incrível lacuna se estabeleceu no automobilismo brasileiro. Lacuna que não pôde ser preenchida por Rubens Barrichello, que repentinamente se viu obrigado a assumir as expectativas deste País de dimensões continentais. Sem questionar aqui suas habilidades, consideremos que é um grande fardo esportivo e psicológico. Fora o vazio deixado por Senna na condição de herói carismático; tarefa quase impossível era substituí-lo.
A vitória de Massa no GP desta tarde causou-me grande satisfação. Nunca mais imaginara que ficaria novamente tão empolgada com a bandeira quadriculada. A narração de Galvão Bueno levou-me de volta aos velhos tempos e, ao ouvir o "Tema da vitória", canção que, por vezes embalou as inúmeras conquistas de Ayrton Senna, senti um inesperado remexer nas emoções e uma intensa alegria - eu, que sempre fora veemente torcedora de Senna, expressava agora minha empatia pessoal por Felipe Massa.
Massa surge como um cara simples, que ascende aos poucos, com simplicidade e coragem. Há algum tempo já tinha certa simpatia por sua imagem. Uma amiga teve a oportunidade de conhecê-lo pessoalmente, já que o piloto era amigo de seu ex-namorado, que, a propósito, era um cara muito legal. Meninos: é fundamental quando os namorados são simpáticos às amigas; elas contribuem na hora de dar opinões. hehehe. Na época, a referência usada por ela foi: "sabe aquele cara que está correndo na fórmula 3?" Pois é. O tempo voa e as coisas mudam, acontecem e se prenunciam: fórmula 1, vitórias, Ferrari, Interlagos. A vida é fenomenal.
Me lembro, de quando era pequena, acordava aos domingos e perguntava: "Pai, o Senna tá ganhando?" E gostava de vê-lo no pódio. Doze anos se passaram desde sua morte e uma incrível lacuna se estabeleceu no automobilismo brasileiro. Lacuna que não pôde ser preenchida por Rubens Barrichello, que repentinamente se viu obrigado a assumir as expectativas deste País de dimensões continentais. Sem questionar aqui suas habilidades, consideremos que é um grande fardo esportivo e psicológico. Fora o vazio deixado por Senna na condição de herói carismático; tarefa quase impossível era substituí-lo.
A vitória de Massa no GP desta tarde causou-me grande satisfação. Nunca mais imaginara que ficaria novamente tão empolgada com a bandeira quadriculada. A narração de Galvão Bueno levou-me de volta aos velhos tempos e, ao ouvir o "Tema da vitória", canção que, por vezes embalou as inúmeras conquistas de Ayrton Senna, senti um inesperado remexer nas emoções e uma intensa alegria - eu, que sempre fora veemente torcedora de Senna, expressava agora minha empatia pessoal por Felipe Massa.
Massa surge como um cara simples, que ascende aos poucos, com simplicidade e coragem. Há algum tempo já tinha certa simpatia por sua imagem. Uma amiga teve a oportunidade de conhecê-lo pessoalmente, já que o piloto era amigo de seu ex-namorado, que, a propósito, era um cara muito legal. Meninos: é fundamental quando os namorados são simpáticos às amigas; elas contribuem na hora de dar opinões. hehehe. Na época, a referência usada por ela foi: "sabe aquele cara que está correndo na fórmula 3?" Pois é. O tempo voa e as coisas mudam, acontecem e se prenunciam: fórmula 1, vitórias, Ferrari, Interlagos. A vida é fenomenal.
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