1.10.2007

Pra rua me levar (Vida louca)

Estou de volta. Nem tão de volta assim. Um pouco aqui; um pouco acolá. De volta, depois de um dos finais de ano mais estranhos que já tive. Inside. Fatos inesperados; alguns simplesmente inesperados; outros inesperados e agradáveis, outros ainda inesperados e decepcionantes. So no one told me that it was gonna be this way. De qualquer maneira, eu prefiro a sinceridade. Prefiro ouvir a verdade dos amigos. E dos nem tão amigos também. Betrayed?
O que me faz bem nessas férias, as mais inoportunos da minha vida? Pouca coisa. Sentir-me idiota que não é. Ah, sim. Dançar. Um pequeno presente que resolvi me dar depois da tortura chinesa do fim do ano. Presente que virou remédio. My passion, my temple, my shelter. Quero fugir deste instante, deste janeiro. Não quero março, não quero dezembro de novo. Havia o post da viagem. O sol acima do sol. Mas deixa ele pra lá. Não estou com vontade de escrever mesmo. Tampouco de dormir. Não sei por qual razão me submeto a certos tipos de coisas, que só me fazem mal. It wasn't that innocent. Preciso dar um jeito em mim mesma. Querida, eu sei; não mereço bronca por hoje.
Pobre de você, leitor, que perde seus instantes online lendo meus agrúrios. Não me importa se uso a palavra incorretamente. Me basta saber que vc entendeu. Sou machadiana: não quer, não leia. Aliás, pouco adianta escrever....
And I should give up forever. Please, no more tears in my land.

Um comentário:

Anônimo disse...

Vish! O que aconteceu nesse fim ano? Quando aparecer no MSN você me fala.
Bom, vejo que dançou nesse final de ano (a dança artística, não dançar na gíria)! Legal!
De machadiana mesmo eu encontrei a interação com o "pobre de você leitor"! Está conversando com o leitor.