3.30.2007

Quase Páscoa....!!!!



Coelhinho chegando!!! Foto devidamente roubada do blog da Dri! Ovos de Páscoa artesanais, assunto do caderno Paladar do Estadão. Olha só esse ovo de marshmellow! Tentação...!!! Assassino de dietas... rsssss

3.21.2007

O amor como meio, não como fim

Já tinha lido esse texto uma vez e topei com ele de novo. Autoria do psicoterapeuta e especialista no assunto Flávio Gikovate. As palavras são válidas para todos nós! Afinal, será que amar é mesmo tudo?

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É hora de substituir o ideal romântico do amor que basta em si mesmo (por isso não dura) por uma relação que traga crescimento individual.

"Há algo de errado na forma como temos vivido nossas relações amorosas. Isso é fácil de ser constatado, pois temos sofrido muito por amor. Se o que anda bem tem que nos fazer felizes, o sofrimento só pode significar que estamos numa rota equivocada. Desde crianças, aprendemos que o amor não deve ser objeto de reflexão e de entendimento racional; que deve ser apenas vivenciado, como uma mágica fascinante que nos faz sentir completos e aconchegados quando estamos ao lado daquela pessoa que se tornou única e especial. Aprendemos que a mágica do amor não pode ser perturbada pela razão, que devemos evitar esse tipo de “contaminação” para podermos usufruir integralmente as delícias dessa emoção – só que não tem dado certo. Vamos tentar, então, o caminho inverso: vamos pensar sobre o tema com sinceridade e coragem. Conclusões novas, quem sabe, nos tragam melhores resultados.
Vamos nos deter em apenas uma das idéias que governam nossa visão do amor. Imaginamos sempre que um bom vínculo afetivo significa o fim de todos os nossos problemas. Nosso ideal romântico é assim: duas pessoas se encontram, se encantam uma com a outra, compõem um forte elo, de grande dependência, sentem-se preenchidas e completas e sonham em largar tudo o que fazem para se refugiar em algum oásis e viver inteiramente uma para a outra usufruindo o aconchego de ter achado sua “metade da laranja”. Nada parece lhes faltar. Tudo o que antes valorizavam – dinheiro, aparência física, trabalho, posição social etc. – parece não ter mais a menor importância. Tudo o que não diz respeito ao amor se transforma em banalidade, algo supérfluo que agora pode ser descartado sem o menor problema.
Sabemos que quem quis levar essas fantasias para a vida prática se deu mal. Com o passar do tempo, percebe-se que uma vida reclusa, sem novos estímulos, somente voltada para a relação amorosa, muito depressa se torna tediosa e desinteressante. Podemos sonhar com o paraíso perdido ou com a volta ao útero, mas não podemos fugir ao fato de que estamos habituados a viver com certos riscos, certos desafios. Sabemos que eles nos deixam em alerta e intrigados; que nos fazem muito bem.
De certa forma, a realização do ideal romântico corresponde à negação da vida. Visto por esse ângulo, o amor é a antivida, pois em nome dele abandonamos tudo aquilo que até então era a nossa vida. No primeiro momento até podemos achar que estamos fazendo uma boa troca, mas rapidamente nos aborrecemos com o vazio deixado por essa renúncia à vida. A partir daí, começa a irritação com o ser amado, agora entendido como o causador do tédio, como uma pessoa pouco criativa e desinteressante. O resultado todos conhecemos: o casal rompe e cada um volta à sua vida anterior, levando consigo a impressão de ter falido em seus ideais de vida.
Os doentes acham que a saúde é tudo. Os pobres imaginam que o dinheiro lhes traria toda a felicidade sonhada. Os carentes – isto é, todos nós – acham que o amor é a mágica que dá significado à vida. O que nos falta aparece sempre idealizado, como o elixir da longa vida e da eterna felicidade.
Diariamente, porém, a realidade nos mostra que as coisas não são assim, e acho importante aprendermos com ela. Nossas concepções têm de se basear em fatos, nossos projetos têm que estar de acordo com aquilo que costuma dar certo no mundo real. Fantasias e sonhos, ao contrário, têm origem em processos psíquicos ligados à lembranças e frustrações do passado. É importante percebermos que o que poderia ser uma ótima solução aos seis meses de idade, como voltar ao útero materno, será ineficaz e intolerável aos 30 anos. A bicicleta que eu não tive aos 7 anos, por exemplo, não irá resolver nenhum dos meus problemas atuais. É preciso parar de sonhar com soluções que já não nos satisfazem a adaptar nossos sonhos à realidade da condição de vida adulta.
Se é verdade, então, que o amor nos enche de alegria, vitalidade e coragem – e isso ninguém contesta –, por que não direcionar essa nova energia para ativar ainda mais os projetos nos quais estamos empenhados? Quando amamos e nos sentimos amados por alguém que admiramos e valorizamos, nossa auto-estima cresce, nos sentimos dignos e fortes. Tornamo-nos ousados e capazes de tentar coisas novas, tanto em relação ao mundo exterior como na compreensão da nossa subjetividade. Em vez de ser um fim em si mesmo, o amor deveria funcionar como um meio para o aprimoramento individual, nos curando das frustrações do passado e nos impulsionando para o futuro. Casais que conseguem vivê-lo dessa maneira crescem e evoluem, e sob essa condição seu amor se renova e se revitaliza."

3.18.2007

My precious

Poxa, tinha escrito um post enooooooooooooorme sobre meu aniversário, mas o blogger fez questão de travar e desaparecer com meu texto. Ok, não faz mal, mas vale dizer que foi um momento especial, por inúmeros motivos. Pelas pessoas que tive a meu lado, pela comida maravilhoooooooooosa, pela companhia, a satisfação... e os presentinhos inesperados.
Exatamente no dia 10, sábado, a aula da pós foi ministrada pelo roteirista do meu documentário predileto: "Nós que aqui estamos por vós esperamos". Um imenso presente de aniversário. Fora que a contribuição da pós em minha vida é formidável: saio de lá querendo abraçar o mundo; lembrado quantos horizontes são possíveis; estimulada a perceber o quão maior são as coisas e o quão mesquinho pode ser o nosso cotidiano. Me dá vontade de crescer, de voar, de chegar lá... De repente, o mundo parece se abrir a meus olhos... E obrigada pela presença de todos vocês, meus grandes amigos...! Vocês são as mais preciosidades em minha vida.

E para registrar o meu aniversário, fica aqui uma imagem emblemática; do bolo floresta branca que amoe como uma vez por ano; só perde para o bolo mousse do Amor aos Pedaços:




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À parte o aniversário, vale dizer que adoro dirigir aos domingos, longe dos congestionamentos e buzinadas frenéticas. Adoro meu carrinho tb, que ainda deverá me acompanhar por um bom tempo. O clima ficou mais gostoso com a chuva fina e com a vinhetinha do "Love Songs". Não pelo romantismo melado, mas pelo sax ao fundo. O gostoso é que vim pensando muito, como faço de costume. Saí com uma certa sensação e retornei com outra. Finalmente; estava à sua espera.
Esta semana passei "trancafiada", restrita, presa num único problema e tipo de pensamento. E é ótimo quando esse sentimento se esvai e eu pareço estar aberta a enxergar o mundo de novo.
Não importa o quão honestas, disonestas, sinceras ou não, as pessoas são ou serão com você. Mas o que você fará com essas informações, o que pensará e como vai encarar. As coisas se apresentam a nós o tempo todo. Antes do "Love Songs" (ok, eu detesto a Band. Mas gosto do programa, meu companheiro depois das aulas de dança. rs), "Pra não dizer que não falei das flores", de Geraldo Vandré. Estava realmente precisando mesmo de um pouco de sentimento revolucionário. "Caminhando e cantando e seguindo a canção..."
De repente, uma onda de otimismo me invade. Uma onda de otimismo, de vida, de futuro, de sol. De me ver sorrindo na segunda. De querer a terça e enxergar por cima dos prédios. De lembrar de contemplar o céu. E o simpático locutor do programa chega por trás do saxofone, fazendo alusões sobre as músicas, as marcas, o passado, o presente e o futuro. Lembro que tenho pensado muito nas "terceiras vias", em todos os setores da minha existência; pessoal, profissional... E o locutor convida o ouvinte a pensar se o que ele quer está no passado, no presente, ou no futuro...

3.12.2007

Pisces

Gente, olha só meu horóscopo de hoje. Achei muito emblemático sobre o (meu) jeito de ser de um pisciano, ainda mais na época do meu aniversário.

Peixes
Dizem que Peixes tem um pouco de todos os signos. Sua fluidez e complexidade podem tanto encantar quanto incomodar, você é tantos ao mesmo tempo... Mergulhe nas novas ondas que estão pintando, desfrute de suas múltiplas facetas e deixe pra explicar depois que não existe somente um único e verdadeiro pisciano. Você é tudo isso e muito mais.

3.09.2007

A filha do vento

Que se foda!!!! Eu quero mais é comemorar amanhã.....!

Se algumas coisas não valem nada nesse mundo, eu valho!!!! Cansei de ser boazinha...! E vou me comemorar amanhã, comemorar a MINHA VIDA!!!!!!

Vejo vcs no próximo ciclo!!!

=)

3.05.2007

Inferninho

Não tô entendendo mais nada.
Aliás, já tô desistindo de entender qualquer coisa nessa vida...

Xô, inferno astral!!!!