3.18.2007

My precious

Poxa, tinha escrito um post enooooooooooooorme sobre meu aniversário, mas o blogger fez questão de travar e desaparecer com meu texto. Ok, não faz mal, mas vale dizer que foi um momento especial, por inúmeros motivos. Pelas pessoas que tive a meu lado, pela comida maravilhoooooooooosa, pela companhia, a satisfação... e os presentinhos inesperados.
Exatamente no dia 10, sábado, a aula da pós foi ministrada pelo roteirista do meu documentário predileto: "Nós que aqui estamos por vós esperamos". Um imenso presente de aniversário. Fora que a contribuição da pós em minha vida é formidável: saio de lá querendo abraçar o mundo; lembrado quantos horizontes são possíveis; estimulada a perceber o quão maior são as coisas e o quão mesquinho pode ser o nosso cotidiano. Me dá vontade de crescer, de voar, de chegar lá... De repente, o mundo parece se abrir a meus olhos... E obrigada pela presença de todos vocês, meus grandes amigos...! Vocês são as mais preciosidades em minha vida.

E para registrar o meu aniversário, fica aqui uma imagem emblemática; do bolo floresta branca que amoe como uma vez por ano; só perde para o bolo mousse do Amor aos Pedaços:




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À parte o aniversário, vale dizer que adoro dirigir aos domingos, longe dos congestionamentos e buzinadas frenéticas. Adoro meu carrinho tb, que ainda deverá me acompanhar por um bom tempo. O clima ficou mais gostoso com a chuva fina e com a vinhetinha do "Love Songs". Não pelo romantismo melado, mas pelo sax ao fundo. O gostoso é que vim pensando muito, como faço de costume. Saí com uma certa sensação e retornei com outra. Finalmente; estava à sua espera.
Esta semana passei "trancafiada", restrita, presa num único problema e tipo de pensamento. E é ótimo quando esse sentimento se esvai e eu pareço estar aberta a enxergar o mundo de novo.
Não importa o quão honestas, disonestas, sinceras ou não, as pessoas são ou serão com você. Mas o que você fará com essas informações, o que pensará e como vai encarar. As coisas se apresentam a nós o tempo todo. Antes do "Love Songs" (ok, eu detesto a Band. Mas gosto do programa, meu companheiro depois das aulas de dança. rs), "Pra não dizer que não falei das flores", de Geraldo Vandré. Estava realmente precisando mesmo de um pouco de sentimento revolucionário. "Caminhando e cantando e seguindo a canção..."
De repente, uma onda de otimismo me invade. Uma onda de otimismo, de vida, de futuro, de sol. De me ver sorrindo na segunda. De querer a terça e enxergar por cima dos prédios. De lembrar de contemplar o céu. E o simpático locutor do programa chega por trás do saxofone, fazendo alusões sobre as músicas, as marcas, o passado, o presente e o futuro. Lembro que tenho pensado muito nas "terceiras vias", em todos os setores da minha existência; pessoal, profissional... E o locutor convida o ouvinte a pensar se o que ele quer está no passado, no presente, ou no futuro...

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