Sábado, um dia qualquer de junho. Dia do casamento da Patrícia e do Danilo. Passei o dia todo envolvida nisso, ainda mais quando se vaide carona com a família do noivo. Cerimônia pela manhã implica em acordar cedo, arrumar-se cedo, sair cedo e tentar sentir a diferença do clima de um casamento a luz do dia. É difícil até que seu cérebro entenda a razão de colocar um salto alto às dez da manhã e pisar na grama.
Em suma, devo dizer que este foi o mais belo dos casamentos aos quais já fui. Um dos poucos que realmente houve graça. Nada de igreja, cruzes, santos, antigüidades, trevas; nada disso. Ao contrário; sol, verde, brisa. No momento da cerimônia, pensei comigo que, se Deus realmente existe e estiver em algum lugar, não há melhor lugar para Ele esteja. Se é isso que buscam aqueles que fazem uma cerimônia religiosa de casamento. Afinal, no século XXI, "Deus é dez".
Mas muita coisa foi diferente neste casório, ao menos para mim. Ao começar pela proximidade dos noivos e de mais da metade das pessoas que se encontravam no altar. Foi profundamente emocionante; pessoas que eu conheço há mais de dez anos; ainda me lembro quando conheci a Paty e o Dan. A "irmã da minha amiga e o namorado dela". Todos nós com aquela cara de "That 70's show".
No momento em que vi o "tio" Antônio (que até hoje diz "Pam-Pam" quando me vê) abrindo a porta do Ksara preto que trouxera a noiva e a Paty descendo, lá do alto do sítio, tremendo e respirando ofegante, não me contive. Chorei... É emocinante ver grandes amigos chegando lá. A Mi e Lúcio, os últimos a deixarem o altar e cumprimentarem os noivos. A Mimis, que conheci no jazz. A dança deixou de ser algo em comum a nós duas,mas mantemos o elo. A Nana e o Pin, que eu viera a conhecer mais tarde. A "tia" Rosa; o Marcelo, a Verônica, o "tio" Pedro... Tudo aquilo era demasiadamente familiar e trazia uma grande bagagem de valores e lembranças.
Ao mesmo tempo em que éramos todos grandes, assumíamos novas responsabilidades e novos caminhos, éramos ainda pequenos; tremendo de frio, perguntando as coisas aos tios e tias e tentando zelar unspelos outros... são parte da minha família e da minha história.
Em suma, devo dizer que este foi o mais belo dos casamentos aos quais já fui. Um dos poucos que realmente houve graça. Nada de igreja, cruzes, santos, antigüidades, trevas; nada disso. Ao contrário; sol, verde, brisa. No momento da cerimônia, pensei comigo que, se Deus realmente existe e estiver em algum lugar, não há melhor lugar para Ele esteja. Se é isso que buscam aqueles que fazem uma cerimônia religiosa de casamento. Afinal, no século XXI, "Deus é dez".
Mas muita coisa foi diferente neste casório, ao menos para mim. Ao começar pela proximidade dos noivos e de mais da metade das pessoas que se encontravam no altar. Foi profundamente emocionante; pessoas que eu conheço há mais de dez anos; ainda me lembro quando conheci a Paty e o Dan. A "irmã da minha amiga e o namorado dela". Todos nós com aquela cara de "That 70's show".
No momento em que vi o "tio" Antônio (que até hoje diz "Pam-Pam" quando me vê) abrindo a porta do Ksara preto que trouxera a noiva e a Paty descendo, lá do alto do sítio, tremendo e respirando ofegante, não me contive. Chorei... É emocinante ver grandes amigos chegando lá. A Mi e Lúcio, os últimos a deixarem o altar e cumprimentarem os noivos. A Mimis, que conheci no jazz. A dança deixou de ser algo em comum a nós duas,mas mantemos o elo. A Nana e o Pin, que eu viera a conhecer mais tarde. A "tia" Rosa; o Marcelo, a Verônica, o "tio" Pedro... Tudo aquilo era demasiadamente familiar e trazia uma grande bagagem de valores e lembranças.
Ao mesmo tempo em que éramos todos grandes, assumíamos novas responsabilidades e novos caminhos, éramos ainda pequenos; tremendo de frio, perguntando as coisas aos tios e tias e tentando zelar unspelos outros... são parte da minha família e da minha história.
Um comentário:
taí, algo que eu não tenho. só Deus sabe o espaço da minha solidão.
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