10.30.2006

... E a vida continua, apesar da reeleição do Lula...

10.22.2006

Aceleeeeera, Massa!!!

.Foi realmente emocionante ver a vitória de Felipe Massa no autódromo de Interlagos no início da tarde de hoje. Cheguei bem a tempo de ver a bandeirada da vitória. De repente, tudo parecia possível de novo.
Me lembro, de quando era pequena, acordava aos domingos e perguntava: "Pai, o Senna tá ganhando?" E gostava de vê-lo no pódio. Doze anos se passaram desde sua morte e uma incrível lacuna se estabeleceu no automobilismo brasileiro. Lacuna que não pôde ser preenchida por Rubens Barrichello, que repentinamente se viu obrigado a assumir as expectativas deste País de dimensões continentais. Sem questionar aqui suas habilidades, consideremos que é um grande fardo esportivo e psicológico. Fora o vazio deixado por Senna na condição de herói carismático; tarefa quase impossível era substituí-lo.
A vitória de Massa no GP desta tarde causou-me grande satisfação. Nunca mais imaginara que ficaria novamente tão empolgada com a bandeira quadriculada. A narração de Galvão Bueno levou-me de volta aos velhos tempos e, ao ouvir o "Tema da vitória", canção que, por vezes embalou as inúmeras conquistas de Ayrton Senna, senti um inesperado remexer nas emoções e uma intensa alegria - eu, que sempre fora veemente torcedora de Senna, expressava agora minha empatia pessoal por Felipe Massa.
Massa surge como um cara simples, que ascende aos poucos, com simplicidade e coragem. Há algum tempo já tinha certa simpatia por sua imagem. Uma amiga teve a oportunidade de conhecê-lo pessoalmente, já que o piloto era amigo de seu ex-namorado, que, a propósito, era um cara muito legal. Meninos: é fundamental quando os namorados são simpáticos às amigas; elas contribuem na hora de dar opinões. hehehe. Na época, a referência usada por ela foi: "sabe aquele cara que está correndo na fórmula 3?" Pois é. O tempo voa e as coisas mudam, acontecem e se prenunciam: fórmula 1, vitórias, Ferrari, Interlagos. A vida é fenomenal.

10.18.2006

Foreeeeeever




Revirar fotos antigas é simplesmente o máximo. Num minutinho a gente é capaz de descobrir e redescobrir a magia do tempo, da vida, das lembranças e dos sentimentos que vêm com elas.
E essas fotos aí embaixo são divertidíssimas e fazem parte das minhas preferidas. Que saudade de tirar foto em sépia... fazendo caras, bocas, inventando poses e situações; o único compromisso era de devolver a cam...
E as pessoas retratadas foram e continuam sendo muito especiais pra mim. O mais interessante é ver essas fotos, lembrar das ocasiões e pensar, que, em essência, nós ainda somos os mesmo. Mesmo longe, nos atribulados dias de uma nova fase e vida mais que corrida, luv all of ya!!! :)

10.08.2006

A hora da virada

Há muito vinha reclamando do comportamento do candidato Alckmin durante a campanha eleitoral. Apostava no 45 meramente por uma alternativa ao governo vigente, esperando punir, com meu voto, a traição e a decepção imposta pelos petistas após uma histórica e gloriosa vitória em 2.002.
No entanto, o candidato social-democrata acaba por surpreender-me. O debate surpreendeu. Pela primeira vez, Alckmin tirou-me do estado de anestesia a que fui submetida no primeiro turno. Desta vez, foi possível enxergar vida e sentir o sangue correr nas veias de alguém que finalmente parece ter realmente ganhado a motivação e a raça necessárias para combater e disputar a presidência.
Embora os programais de governodos pessedebistas e petistas sejam similaridades em sua maioria, resta-me sempre o critério da nova tentativa, da renovação constante e de excluir o que não foi satisfatório.
Assim, agora vejo com mais gosto a campanha de Alckmin; ele cresce em seus planos e anseios e transmite a motivação de que eu, eleitora, estudante acadêmica e jornalista profissional, precisava e esperava. Começo a ver que pode valer a pena.
Tive a oportunidade de conhecer Dona Lú pessoalmente e o próprio Alckmin. Em meio a tantos jornalistas renomados, fui tratado por ambos com a mesma educação e diplomacia com que tratavam a grande imprensa. Nem um minuto a menos, e a mesma cordialidade e atenção. Empatia funciona; plano de governo, coragem e audácia também.